Descobrindo meus dons…

Olá…

Desde pequena meus pais me testam, logo que nasci meu pai diz que ficava brincando comigo no colo dele e me estimulando a ficar “durinha”, segurava minhas mãos e fazia com que eu fizesse força para ficar em pé.

Os meus primeiros desenhos (rabiscos) sempre eram valorizados, nunca estavam feios e eu acreditava nisso. Não podia ouvir uma música animada que começava a dançar, aliás até hoje….rs.

Parece que quando meus pais me estimulam, acabo tendo muita criatividade, olha só o que fiz:

“Uma cabeça de Frankstein…sozinha”

Quando completar 07 anos irei para a aula de desenho, já fiz ballet mas não gostei muito, fiquei um ano fazendo, mas logo vi que não era muito a “minha praia”. Meus pais parecem que adoraram que eu parasse com o ballet, não entendi o por quê.

Meus desenhos estão melhorando cada vez mais, no meu quarto tenho meu cantinho para criar as minhas histórias e os desenhos.

“Olha alguns dos meus desenhos aí!”

Minha diversão agora é o curso de música, todos pensam quando digo que faço aula de música que é piano, teclado, violão, mas não! Eu estou aprendendo Bateria, isso mesmo Bateria, minha mãe adorou, meu pai ficou meio frustrado, mas concordou.

Parece que levo jeito para Bateria. Meu professor Tio Clodoaldo é show, ele me ensina de uma maneira engraçada, me divirto muito.

Olha como estou me acabando no rock…kkk

O que quero dizer com toda essa história é que percebo que meus pais estão sempre presentes nas minhas atividades. Eles curtem, se envolvem, vibram bastante, mesmo quando erro eles me ajudam a superar e entender as dificuldades.

Sou novinha ainda, não sei o quero ser, às vezes, médica, às vezes “florista”, professora, mas uma “coisa” eu sei, posso contar sempre com meus pais, eles sempre estarão do meu lado, incentivando, me mostrando o caminho. É sempre bom ter nossos pais ao lado.

Bom… até o próximo post. Beijos!

Dicas da família:

– Incentive sempre seu filho;

– Muitas vezes duvidamos de suas histórias, é bom ouvir o que nossos filhos têm a dizer;

– Se for dizer não, busque  um bom argumento;

– Faça ele pensar, não dê a resposta sempre, no dia-a-dia podemos testar nossos filhos;

– Tire um tempo pra conversar com eles, pode ser em qualquer idade e em qualquer momento, costumamos conversar com a Samara na hora das refeições;

– Samara adora o livro do Sean Covey: “Os sete hábitos das crianças felizes”, ao final de cada hábito, existem perguntas que você pode fazer para seu filho para que ele comece a entender e praticar bons comportamentos.

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